Fileserve e outros, deletando arquivos e banindo IPs (Atualizado)

Agora que o Megaupload foi fechado pelos federais, outros sites de distribuição de arquivos (Fileserve, Hotfile, Rapidshare, etc) estão deletando arquivos e bloqueando IPs estadunidenses... .

Anonymous em prostesto contra a Sopa e o fim do Megaupload, derrubam sites

Eles derrubaram o site Universalmusic.com e justice.gov em protesto contra a S.O.P.A e o Fim do Megaupload

Saiba o que é Deep Web

A deep web nada mais é do que aquilo que não aparece na internet convencional, ou seja, na surface web, que é tudo aquilo que é visto em buscadores, como o google....

Mostrando postagens com marcador futuro da internet. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Dias contados: a internet vai mudar com o fim da pirataria online

A internet pode estar vivendo uma de suas mais importantes fases de transição, capaz de mudar de uma vez por todas a maneira como todo mundo se relaciona com a rede. Os projetos de lei norte-americanos SOPA e PIPA, juntamente com o ato internacional ACTA, somados ao fechamento do Megaupload deixaram os internautas apreensivos sobre os rumos que a rede deve tomar nos próximos meses.
As primeiras mudanças já podem ser sentidas na prática por quem costuma baixar e compartilhar arquivos em grande volume. A retirada do Megaupload do ar eliminou por consequência o conteúdo de sites inteiros que apontavam para o serviço. Além disso, com medo de represálias, diversos outros sites concorrentes optaram por tirar do ar arquivos de procedência duvidosa ou claramente ilegal.

O fim da pirataria: realidade ou ilusão?


Acabar com a pirataria na rede não é uma tarefa simples e, certamente, isso não vai acontecer da noite para o dia. O fechamento de sites de compartilhamento de arquivos pode, de fato, ajudar a minimizar o problema, uma vez que limita o acesso a esse tipo de conteúdo, em especial por parte de internautas menos experientes que têm receio de usar programas complementares para baixar arquivos.
Contudo, o fato de minimizar o acesso ao conteúdo é somado a outro fator que pode incomodar ainda mais a população: o cerceamento às publicações e a vigilância constante de tudo aquilo que é postado na rede.
Caso o SOPA fosse aprovado, sites como o Facebook necessitariam de moderação para aprovar o conteúdo ou então poderiam ser responsabilizados por disponibilizar a sua plataforma para divulgação de um link para um download ilegal. Obviamente, algo inviável para redes sociais desse porte.

Não adianta me exterminar, outro vem em meu lugar. Será mesmo?

(Fonte da imagem: NASC)
Para muitos, o fim dos sites de compartilhamento sem censura não é um grande problema, apenas torna as coisas um pouco mais difíceis. O compartilhamento de arquivos P2P, os famosos torrents, permanece inalterado, fazendo com que os semeadores mantenham de forma agressiva seus downloads sem controle algum.
Contudo, até mesmo os torrents podem ser ameaçados, caso o governo decida realmente agir. Uma das ideias das leis antipirataria é controlar em maior escala nomes de arquivos e tráfego diretamente a partir do provedor. No caso dos nomes, o cerco se fecharia com o bloqueio de compartilhamento de arquivos cujas nomenclaturas fossem similares às de obras com direito autoral.
Outra proposta é a de regular diretamente junto aos provedores o tráfego utilizado. Assim, caberia à empresa de internet gerenciar o seu IP e decidir se você pode ou não compartilhar um determinado tipo de arquivo, uma espécie de processo de certificação antes do download e do upload.
A proposta dificultaria a propagação de arquivos de duas formas: dificultando a busca e localização de arquivos, para os menos experientes, e dificultando o compartilhamento, para os mais experientes.

O golpe final: colocando fim às buscas


“Se não está no Google, não está na internet”. A máxima que se refere à eficiência do motor de buscas da Google poderia ser o golpe final para praticamente acabar de uma vez por todas com a pirataria na rede. Grandes buscadores como o Google e o Bing podem ser censurados para que não retornem ao internauta páginas que contenham links de download para conteúdos que infringem as leis de direito autoral.
Se você imagina que isso é impossível, saiba que a situação é perfeitamente cabível. Basta analisar como funciona a internet na China, onde diversos tipos de conteúdo são bloqueados. Sem poder encontrar links e arquivos torrent nos mecanismos de busca, nem compartilhar arquivos diretamente via P2P, a tendência é que os arquivos que violam as leis de direito autoral se tornem escassos na rede.
Obviamente, nada disso impede que o comércio paralelo e ilegal de CDs e DVDs prospere, ainda que haja maior fiscalização sobre ele. Entretanto, se não é possível conscientizar os internautas quanto ao uso de conteúdo ilegal na rede, a solução encontrada pelos órgãos governamentais foi a de censurar direto na fonte tudo aquilo que as pessoas fazem na rede.

E agora?

Como fica a internet sem tudo aquilo que você estava acostumado a baixar? Para muitos, não poder dispor de arquivos de filmes, livros e músicas na hora que bem entender apenas fazendo uma simples pesquisa no buscador já é motivo para cancelar a assinatura da franquia de dados.
Entretanto, como muitas mudanças ocorridas na rede, é bem provável que todos se adaptem e novas maneiras de compartilhar arquivos surjam nos próximos anos. Talvez a pirataria tenha chegado ao fim, ao menos da forma como conhecemos, mas isso não significa que as gravadoras e os estúdios de cinema possam comemorar vitória. Afinal, quem está ganhando com isso?


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O que aconteceria com o mundo se a internet acabasse?

Incidente ocorrido no Canadá prenuncia o caos que se instalaria caso, de uma hora para outra, ficássemos sem acesso à rede mundial de computadores.

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Para quem tem acesso ilimitado à internet, ficar alguns minutos sem poder se conectar pode ser uma verdadeira tortura. O tempo não passa, as alternativas offline não parecem tão interessantes e até que você encontre outra atividade e se esqueça de que está isolado do mundo virtual, muitos momentos angustiantes já terão se passado.

Imagine então, que da noite para o dia, a internet deixe de existir. O que você faria sem ter acesso a nenhum dos seus sites favoritos? Como você se comportaria sem poder acessar documentos, fazer compras com cartão de crédito ou nem sequer saber qual é a previsão do tempo para amanhã?

Uma cidade do Canadá experimentou no último mês uma experiência nada agradável como essa. Devido a uma falha em um satélite, algumas localidades próximas a Quebec ficaram sem acesso à internet. O caos na região foi muito além de protestos de usuários revoltados por não poderem atualizar seus perfis em redes sociais.


Uma ilha cercada de ilhas por todos os lados

O primeiro problema percebido na cidade foi a falta de acesso à internet. Sem comunicação, o problema se estendeu para os telefones, que de uma hora para outra, ficaram mudos. Como se comunicar com seus amigos e perguntar se está tudo bem, quando tanto a internet quanto os telefones não estão funcionando?

As transmissões de rádio poderiam ser uma alternativa. Contudo, com a maioria das emissoras utilizando um padrão digital e transmissões via satélite, a opção foi rapidamente descartada. Em uma grande cidade, a falta de acesso a serviços como corpo de bombeiros, polícia ou hospitais pode criar um caos de proporções gigantescas.

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É hora de sair daqui

Você se dá conta que a situação pode ser mais grave do que imagina. Sair da cidade passa a ser uma das alternativas a ser considerada. Porém, sem informações sobre o tempo em outras cidades, os aeroportos são fechados e não têm pousos e decolagens liberados. Afinal, todos os instrumentos operam baseados em informações disponibilizadas via satélite.

Sair da cidade por via terrestre poderia ser outra opção. Entretanto, a menos que você tenha dinheiro em espécie disponível, pagar passagens de ônibus ou mesmo abastecer o tanque do seu veículo com cartão de crédito ou débito são soluções fora de cogitação. Sacar dinheiro em caixas eletrônicos, com sistemas fora do ar, também é outra hipótese que você pode descartar.


Necessidades básicas

Um dos maiores problemas que pode ser ocasionado pela falta de internet é, sem dúvida, a maneira como as transações financeiras acontecem. Ainda que você evite ao máximo utilizar o sistema bancário, muito provavelmente o seu salário é depositado em uma conta bancária. Sem acesso a nenhum tipo de sistema, tanto a transferência do dinheiro por parte da empresa, quanto o pagamento dos valores feito pelo banco ficam prejudicados.

Sem dinheiro em espécie para sobreviver, supermercados, postos de gasolina, restaurantes e quaisquer outros estabelecimentos comerciais passam a ser meros depósitos, sem muita utilidade para os consumidores. Por outro lado, itens de primeira necessidade muito provavelmente devem ter o seu valor aumentado, passando a valer como moeda de troca em diversas situações.


Soluções em caso de emergência

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O fato ocorrido no Canadá dificilmente aconteceria em larga escala no planeta. Afinal, inúmeros satélites monitoram regiões específicas do mundo e, com algum tempo, os objetos em órbita que estivessem funcionando poderiam ser direcionados para suprir demandas maiores em outros pontos do mundo. Contudo, o transtorno serve como alerta sobre como proceder em casos extremos de ausência completa de contato com redes de comunicação.

Os planos de contingência e sobrevivência adotados em caso de guerra, quando as comunicações costumam ser um dos primeiros serviços prejudicados, se mostram eficientes até certo ponto, pois presumem que, em algum lugar do planeta, ainda que distante, haverá condições satisfatórias de ao menos enviar e receber mensagens.

Invenções mais antigas como o código morse, por exemplo, poderiam ser utilizadas em situações como essa. O problema maior seria encontrar pessoas capacitadas a operar equipamentos assim. Você já imaginou como seria a sua vida sem o acesso a nenhum dos serviços online que conhece hoje.


Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Space Web: a internet sem lei do futuro

Se a internet já não é mais a mesma, que tal criar uma nova? Essa é a justamente a proposta de um grupo de hackers alemães que, preocupados com os possíveis desdobramentos que projetos de lei como o SOPA, o PIPA e o ACTA podem trazer para os internautas, tiveram a ideia de criar um servidor onde a legislação de nenhum país é capaz de incomodar: no espaço.
A chamada “space web” seria possível graças ao lançamento de um satélite particular, que ficaria responsável por estabelecer as comunicações da mesma maneira que um ponto fixo aqui na Terra seria capaz de fazê-lo. A proposta surgiu durante o Chaos Communications Congress, realizado na cidade de Berlim, na Alemanha.

Afinal, essa é uma ideia viável?


Sim, em tese é possível mesmo para um grupo amador enviar um satélite para o espaço. O maior problema em uma situação como essa é o tempo que essa tarefa pode levar para ser concluída. Embora o grupo Shack Stuttgart Hackerspace afirme contar com profissionais, estudiosos e cientistas capacitados para a tarefa, a corrida contra o tempo e a falta de investimentos podem ser os maiores empecilhos do projeto.
A ideia pode soar utópica, mas os planos para a criação da Rede Hackerspace Global são bastante claros e organizados. O envio de um satélite permitiria que as informações fossem centralizadas em um lugar onde o controle das leis terrestres não existe e, por isso mesmo, não pode ser regulamentado.
Contudo, qualquer coisa que seja lançada acima da estratosfera requer muito trabalho e pesquisa. Além da obtenção do material para que isso seja possível, é preciso criar ainda estações de base móvel para que os sinais recebidos a partir do dispositivo em órbita possam ser distribuídos, algo complicado devido à imprevisibilidade de movimentos.

Onde lei nenhuma jamais esteve


O Hackerspace Global Grid (HGG) ainda está em fase inicial de projeto e o primeiro passo é pensar em quais serão os softwares necessários para viabilizar a empreitada. O grupo é aberto e todos os internautas que desejam participar podem visitar a página oficial da equipe (em inglês, disponível neste link). Atualmente, as primeiras linhas de código estão sendo escritas.
Entretanto, é preciso fazer algumas ressalvas aos “benefícios” de um espaço sem leis para regulamentação da internet. Da mesma forma que o grupo de hackers pode lançar um satélite para viabilizar uma internet alternativa, nada impede que algum país possa contra-atacar no espaço, boicotando ou até mesmo destruindo o satélite em questão.
E isso pode acontecer não apenas por conta do SOPA, mas principalmente por parte de países que veem na internet livre uma ameaça para o seu governo, como é o caso da China e de alguns países do Oriente Médio.

Uma iniciativa valiosa


Um dos líderes do projeto é o ativista hacker Nick Farr. Segundo ele, as primeiras movimentações do SOPA foram as principais responsáveis por motivar o projeto que, depois da apresentação no evento em Berlim, ganhou adeptos e se popularizou na comunidade hacker.
Eles se baseiam na iniciativa de entusiastas amadores, que já conseguiram lançar objetos acima da estratosfera. Balões de alta altitude têm sido usados para colocar câmeras e podem permanecer por um longo tempo no espaço, mas não são os mais adequados para suportar um satélite.
Em uma iniciativa ainda mais ousada, o grupo hacker pretende até mesmo colocar um astronauta amador na Lua em no máximo 23 anos. “Sabemos das nossas limitações e temos ciência de que esse é um projeto bastante ambicioso, por isso vamos tentar algo menor primeiro”, destaca Armin Bauer, entusiasta do assunto, morador da cidade de Stuttgart, que está colaborando com o grupo.
Se tudo der certo para a equipe, ainda neste ano os primeiros testes começarão a ser realizados, em uma escala que não visa resultados práticos. Será que os hackers conseguirão romper a fronteira final e transformar a internet em um lugar aonde lei nenhuma é capaz de chegar?

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