Fileserve e outros, deletando arquivos e banindo IPs (Atualizado)

Agora que o Megaupload foi fechado pelos federais, outros sites de distribuição de arquivos (Fileserve, Hotfile, Rapidshare, etc) estão deletando arquivos e bloqueando IPs estadunidenses... .

Anonymous em prostesto contra a Sopa e o fim do Megaupload, derrubam sites

Eles derrubaram o site Universalmusic.com e justice.gov em protesto contra a S.O.P.A e o Fim do Megaupload

Saiba o que é Deep Web

A deep web nada mais é do que aquilo que não aparece na internet convencional, ou seja, na surface web, que é tudo aquilo que é visto em buscadores, como o google....

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Aplicativo do Google Docs para Android permite acessar arquivos estando offline

O Google+ anunciou, nesta quarta-feira (1), a atualização de aplicativo para dispositivos com Android. O app permite o acesso a arquivos mesmo que você esteja offline e conta com alta resolução dos aplicativos nos tablets.
Segundo as informações divulgadas pela equipe do Android no Google+, com a nova versão do app, os usuários passarão a ter a opção de selecionar quais arquivos do Google Docs estarão acessíveis quando o dispositivo não estiver conectado na Internet.
google_docs_app_android_offlineAplicativo para Android permite acessar arquivos mesmo que você esteja offline (Foto: Reprodução)

Além disso, a atualização do arquivo poderá ser feita a qualquer momento pelo usuário selecionando a opção “Atualizar” ou deixar que o próprio app faça a atualização de todos os arquivos alterados quando uma conexão Wi-Fi for detectada.
O Google anunciou uma melhoria nos aplicativos para tablets com o seu sistema operacional. O usuário vizualizará uma versão em alta resolução dos aplicativos quando estiver online. A mudança entre as páginas dos documentos passa a ser feita com o deslizar dos dedos para os lados e ainda pode ser feita com o controle na parte inferior da tela.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/

Google rebate acusações da Microsoft sobre a sua política de privacidade

O Google rebateu, nesta quarta-feira (1), as críticas feitas pela Microsoft sobre as novas políticas de privacidade da empresa. Segundo a empresa de Redmond, os anúncios que serão veiculados nos principais jornais americanos têm o objetivo de impedir que os usuários aceitem o acordo sem ler o que está escrito.
Microsoft lança campanha contra a nova política de privacidade do Google (Foto: Reprodução) Google rebate acusações da Microsoft sobre a nova política de privacidade (Foto: Reprodução)

Em relação a acusação de vender as informações de usuários para terceiros, o Google se defendeu dizendo que a empresa não vende, troca ou aluga as informações dos usuários. Segundo a empresa, os anunciantes podem publicar anúncios por meio das ferramentas da empresa ou utilizar os anúncios com base nos dados anônimos do usuário, como localização ou sites visitados.

A empresa afirma que diferente do que foi afirmado pela Microsoft, o Google não dificulta o controle das informações pessoais pelos usuários.
Segundo a empresa, os controles de privacidade não foram alterados, permitindo que o usuário edite e apague os históricos de pesquisa e históricos de vídeos visualizados no YouTube, além de fornecer um controle total de todas as informações, através do Google Dashboard.
Outro ponto negado pelo Google foi a afirmação, feita pela Microsoft, de que a gigante das buscas lê os e-mails dos usuários do Gmail a fim de exibir publicidades contextualizadas de acordo com o conteúdo das mensagens recebidas. Segundo o Google, as mensagens recebidas pelos usuários do serviço de e-mail são lidas por sistemas automatizados, os mesmos utilizados, por exemplo, para impedir que mensagens de spam ou contendo malware chegue às caixas de entrada dos usuários.
Para finalizar a sua defesa, o Google desmente a informação de que as suas políticas de privacidade são inferiores as da Microsoft. “Nós não fazemos juízos sobre as políticas ou controles de outras pessoas. A Microsoft não tem nenhuma ferramenta para exportação dos dados ou algo parecido com o Dashboard para os usuários."
Pelo visto, estamos apenas no início da batalha de uma grande guerra que será travada pelas gigantes da tecnologia.


Fonte: http://www.techtudo.com.br/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Google é flagrado pelo FBI anunciando substâncias ilícitas

Usando um vigarista, FBI descobriu que a gigante de Mountain View publicava anúncios de narcóticos ilegais nos EUA.

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No ano passado, a Google teve que pagar cerca de US$ 500 milhões de multa para evitar um processo criminal do governo dos Estados Unidos. A notícia foi publicada nesta semana, no The Wall Street Journal. Segundo informações do jornal, a empresa estaria ajudando farmácias ilegais autorizando a publicação de anúncios de venda de narcóticos, esteroides e outras substâncias controladas nos EUA.

Para flagrar a empresa, o FBI contratou o vigarista profissional David Whitaker (foto acima). Ele se apresentou para um executivo da companhia como um agente do tráfico de drogas do Canadá e desembolsou nada menos do que US$ 200 mil, em dinheiro do governo, para publicar os anúncios. A Google, avidamente, caiu na armadilha e aceitou a quantia.

Ligações telefônicas e emails trocados entre as duas partes comprovaram que a empresa e o seu departamento jurídico estavam completamente cientes das implicações criminais e, ainda assim, seguiram em frente. "O Google me forneceu uma linha de crédito generosa e permitiu que eu definisse meu público-alvo diretamente junto ao público norte-americano", destacou.

Segundo Peter Noronha, um dos investigadores do caso, há provas de que Larry Page, um dos fundadores do Google e atual CEO da companhia, estava ciente da atividade. A Google ainda não se manifestou sobre as acusações, mas o caso deve ganhar uma repercussão maior nos próximos dias.

Fonte: Tecmundo

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